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Economia dos EUA favoreceu donos de imóveis em 2015

Posted by Newimob Realty on 03/01/2016
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Não foi um ano tão ruim para um morador de Detroit, para um produtor de softwares ou até para alguém que não cursou o Ensino Médio e estava procurando emprego. Os proprietários de imóveis de Virgínia Ocidental têm menos motivos para otimismo e as mulheres estão mais pessimistas. Veja como se saíram os americanos que compõem uma série de grupos demográficos dentro da economia em 2015:

Desemprego

Neste ano, o mercado de trabalho mostrou que menos pode ser mais. Os americanos com os menores níveis de educação — menos que o Ensino Médio — viram a maior redução no desemprego em relação a dezembro de 2014, com uma queda de 1,7 por cento na taxa de desemprego nessa faixa. As duas categorias mais elevadas, compostas respectivamente por aqueles com algum diploma de escola técnica ou mais e por aqueles com diploma universitário ou mais, experimentaram um declínio de meio ponto porcentual nas taxas de desemprego. Enquanto isso, aqueles que possuem Ensino Médio, mas não fizeram faculdade, não progrediram, vendo um incremento de 0,1 ponto porcentual em sua taxa de desemprego.

Uma advertência para as faixas que mais avançaram: os candidatos a empregos com menor nível educacional ainda registraram a taxa mais elevada de desemprego, de 6,9 por cento em novembro. O resultado contrasta com os 2,5 por cento registrados entre os americanos mais qualificados e com a taxa de desemprego global de 5 por cento, a mais baixa desde abril de 2008.

Salários

Os salários médios por hora foram lentos em 2015, subindo 2,3 por cento em novembro em relação ao ano anterior em 10 grupos setoriais. Um salto de 3,7 por cento coloca os chamados information workers (operadores da informação, em tradução livre) no topo, seguidos pelos trabalhadores dos setores de mineração e de extração de madeira, o que é bastante surpreendente, considerando a queda nos preços das commodities. Sem contar o variado grupo “outros serviços”, os aumentos salariais nos setores de educação e saúde, de 1,9 por cento, e na indústria foram os piores.

Confiança do consumidor

A divisão entre gêneros continuou existindo no tocante ao humor dos americanos em 2015. O otimismo entre os homens permaneceu mais elevado que entre as mulheres, segundo o Bloomberg Consumer Comfort Index, com base em dados semanais até 20 de dezembro. Os níveis de conforto de ambos os grupos ficaram mais baixos do que no início do ano; o mercado de trabalho mais forte e a aceleração dos salários em 2016 poderiam mudar isso.

Preços dos imóveis

As regiões metropolitanas da Flórida dominaram os aumentos dos preços das residências unifamiliares no período de 12 meses até o terceiro trimestre, mostram dados da Associação Nacional de Agentes Imobiliários. Os compradores estrangeiros, a geração de empregos e a restrição na oferta empurraram os preços mais para cima. Regionalmente, as zonas Oeste e Sul registraram o crescimento mais forte nos valores das propriedades neste ano, seguidas pelo Centro-Oeste, enquanto a região Nordeste ficou para trás. No período de 12 meses que terminou em setembro, os valores das residências unifamiliares de todo o país subiram em média 5,5 por cento, para US$ 229.000.

Inflação

O país como um todo continuou desfrutando de aumentos lentos nos preços neste ano, mas algumas cidades, especialmente na costa oeste, viram os preços subirem 1 por cento ou mais. Os moradores de Detroit foram os mais beneficiados, com uma queda de 0,7 por cento no custo de vida.

Fonte: Bloomberg

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